UM ENCONTRO COM VOCÊ

Pare por um instante…

Preste atenção em você neste momento.

Consegue rever em seu pensamento em quantos lugares você estava?

Consegue perceber com quantas pessoas estava se relacionando através de seus pensamentos?

E quantas coisas você estava fazendo ao mesmo tempo?

Vivemos assim, conectados, realizando tarefas em tempo real ou em pensamentos.

Qual foi a última vez que você dedicou um tempo somente para você?

Qual foi a última vez que você se entregou a um estado de “Dolce far niente”, um tempo para apenas estar, apenas ser, sem ficar ruminando o passado e nem preocupado com o futuro?

Precisamos desenvolver a consciência e nos dar a permissão para estes momentos.

Nossa cultura e nossa sociedade cobra e ensina muito o “fazer” mas não se preocupa em nos ensinar a “SER”.

Estes são dois modos de existir, o “modo fazer” e o “modo Ser”.

Faça uma pequena auto-observação, olhe para toda a sua vida, reveja suas rotinas e neste breve momento, sinta qual é o modo de existir que mais está presente em sua vida?

Como dizia Spinoza, o saudável é a “Justa Medida” das coisas.

Não podemos apenas SER o tempo todo. A realidade material está aí o tempo todo nos chamando à responsabilidade. Mas estar existindo somente no modo “fazer” também não é saudável. Muitas doenças são causadas por conta disto. Este já é um fato comprovado e amplamente divulgado.

Mas como desenvolver este equilíbrio?

AUTO – OBSERVAÇÃO

Esta é a palavra-chave!

Você precisa aprender a se conhecer, precisa exercitar o hábito de se olhar, de se observar. Com isto você terá muito claro qual é a hora do FAZER e qual é a hora do SER.

AUTO – PERMISSÃO

Você, a partir da sua auto-observação e autoconhecimento vai saber qual é o seu limite.

Permita-se! Reconheça que em determinados momentos você não está em um “estado de espírito” de produtividade, de cuidar do outro, de estar presente em determinadas situações, etc.

Reconhecer o seu limite é também ser gentil e tratar o momento com amorosidade. Aceitar a limitação do momento e não se colocar em um julgamento seu e nem do que  você acha que os outros irão pensar.

É estar livre para aquele momento de desconexão com o externo para uma conexão com o interno.

E quando você se dá esta pausa de presente, você retorna com muito mais potencialidade para tratar os seus assuntos do modo “fazer”. Você retorna com muito mais energia para cuidar do outro e para doar-se com qualidade para aqueles que precisam de ti.

Que tal agora?

Tem um tempinho para apenas SER?

um grande abraço

Paz e bem!

Paz e Bem!

Adriana

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